A influência negativa do álcool em portadores de síndromes
27/03/2025, Thompson Pedrosa
O consumo de bebidas alcoólicas sempre foi um fenômeno social, cultural e histórico. No entanto, quando falamos de indivíduos com síndromes como Burnout, Highlander, Pânico, Boderline, Down e Toerette entre outras, a preocupação se torna ainda maior. No passado, indivíduos com essas condições eram marginalizados, tratados como "possuídos" ou mesmo privados de liberdade. O aumento significativo do consumo de álcool, indicam o aumento dos sintomas de várias síndromes, pois essas apresentam uma maior vulnerabilidade dificultando o tratamento e a integração social. Desencadeando crises de ansiedade e isolamento social, comprometendo o desenvolvimento cognitivo e estimula o suicídio.
A família tem um papel crucial na prevenção do consumo de álcool e drogas entre portadores de síndromes. Augusto Cury enfatiza: "A família é o maior alicerce emocional que um indivíduo pode ter. O vínculo afetivo e o acompanhamento de perto são essenciais para evitar escolhas destrutivas". Otto Kernberg associa o medo do abandono a Transtorno de Personalidade Boderline (TPB). O estímulo pela família as atividades esportivas, seja praticando ou curtindo, são alternativas saudáveis que podem elevar o ânimo dos portadores de síndromes, inclusive causando uma empatia com o coletivo daquele esporte, fazendo com que o portador se envolva de forma a querer viver um novo mundo e criando alternativa de vida. O impacto do álcool em indivíduos com síndromes é uma realidade preocupante que exige medidas eficazes e comprometimento da sociedade.
É fundamental que governos, profissionais de saúde e a população trabalhem juntos para garantir um ambiente mais seguro e inclusivo. Como bem disse Albert Einstein: "Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes." Se queremos mudar essa realidade, precisamos agir agora, começando dentro de casa.
